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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Palavra Cantada pra escutar, assistir e sair (en)cantando...

Dica Nesguinha de reinauguração: "Vai e Vem das Estações", do Palavra Cantada



Palavra Cantada já era clássico nesguinho quando éramos só dois... e fãs de albuns como "Canções de Brincar" ou "Canções Curiosas", com suas rimas geniais e belas melodias em arranjos incríveis.

Mas aí veio a Inaê e com ela todo um mundo novo se abriu... porque a dupla Sandra Perez + Paulo Tatit tem tantas ideias legais pra fazer música de qualidade pra crianças de todas as idades, quanto parceiros de peso pra participar dos férteis projetos... gente do calibre de Monica Salmaso e Arnaldo Antunes, por exemplo...
Foi aí que conhecemos outros muitos albuns, do divertido "Carnaval do Palavra Cantada" ao delicado "Meu Nenem" (este virou A trilha sonora do soninho da Inaê por muito tempo)...
Outros interesses cresceram, mas sempre guardamos um lugar pro Palavra Cantada no coração nesguinho...

E então veio o Rudá, e com ele percebemos que, se o primeiro filho é o que nos desbrava mundos que antes desconhecíamos, o segundo filho é um eterno redescobrir ou até descobrir novos caminhos do que já imaginávamos conhecer (e quem tem filho pequeno sabe bem o que significa ler e reler, ver e rever, escutar e reescutar, até o infinito... e "de novo!!"").
Por isso, se parecia que, apesar de ainda adorarmos Palavra Cantada, já não era nada de novo, eis que a gente redescobre novos caminhos destes adoráveis poemas musicados... agora visuais!

Rudá logo se ligou nos clipes musicais, e todo um universo se abriu de novo, mas de forma diferente!
Os clipes mais antigos continuam especiais, como o da "Sopa", que todo nenem ama pra cantar o que tem na sopa do nenem - e o Rudá não foge à regra (além de amar sopa).

Porém os clipes novos são um arraso... de músicas mais novas ou das clássicas mais antigas...
E o melhor: tá sempre pintando coisa nova no canal oficial deles...
E foi lá que, faz umas 3 semanas, nos presentearam com este primor feito a muitas mãos, com algumas das rimas mais deliciosas já feitas, e participações muito especiais (surpresa!)
Quem não viu veja já, e prepare-se pra ficar com a música grudada na cabeça, coralzinho fofo de crianças afinadas ecoando, e a mesmíssima sensação de um pequeno pedindo pra ver... "de novo!"



quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Adeus, vó-bisa Lila!

Minha avó Lila, mãe do meu pai, descansou nesta sexta dia 5 de setembro.
Era minha avó, minha avózinha Lila, bisa de Inaê e Rudá... porém de certa forma já não era... Não mais a avó com quem convivi durante toda a infância e de quem guardo lembranças queridas...
Há muitos anos ela já estava sofrendo com o maldito mal de Alzheimer, o que fez com que fosse escapando aos pouquinhos de nós... até não mais nos reconhecer, depois não conseguir mais se comunicar, depois sequer andar...

domingo, 31 de agosto de 2014

Rudá faz um aninho!

Filho amado, hoje celebramos seu primeiro ano de vida!

Um ano de gracinhas do bebê mais adorável e sorridente do mundo...

Gratidão por toda a alegria e amor que você trouxe a esta família nesguinha...

Amamos você!

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Na estrada de novo (2): revisitando Olivença

Comecei a escrever este relato logo depois do anterior, mas não publicava nunca!

Pois, depois da viagem, voltei a trabalhar, e aí foi (e vem sendo) toda uma reorganização do tempo e das rotinas...



Tanta coisa mais foi acontecendo e eu querendo fazer outros relatos...

Mas já estamos no meio de maio, então publico este assim mesmo, e vou tentando soltar outras atualizações da vida nesguinha com mais frequencia do que nestes últimos 2 meses!

E como se não bastasse as aventuras de viajar 2 dias de carro até o Terra Vista, ainda encaramos (eu e as crianças, só nós!) um bate e volta até Olivença, senão a Inaê não se conformaria caso não visse a querida amiga Toyane...

domingo, 6 de abril de 2014

Na estrada de novo (1): revisitando Terra Vista

Pois é, a família nesguinha já caiu na estrada de novo!

Aproveitando o finzinho de férias pós-licença maternidade, partimos pro sul da Bahia, pra visitar os amigos do assentamento Terra Vista e participar da mobilização de apoio aos tupinambás da Serra do Padeiro.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Chapeuzinho Amarelo e Totoro


"CONTA UMA HISTÓRIA?"
SUGESTÕES NESGUINHAS DO MARAVILHOSO MUNDO DAS NARRATIVAS

- "Mãe, conta a história de Nárnia?"
- "Pai, conta a história da Princesa Mononoke?"
- "Conta e aí?"
- "Conta e aí?"

Se aqui em casa a gente ganhasse um grão de areia pra cada vez que ouve frases como estas ao longo do dia, já estaríamos afundados numa duna gigante!

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

irmãos de sangue, amigos de coração

Hoje, dia de todos os santos, é o dia em que nasceu meu único irmão de sangue, o Diego.

Em homenagem ao aniversário do meu irmão, uma postagem pra celebrar a alegria de ter um irmão ou uma irmã (ou vários!)...

E porque uma das maiores lindezas da minha vida é presenciar o vínculo que vai sendo construído e fortalecido entre os meus filhos Inaê e Rudá!


quarta-feira, 16 de outubro de 2013

a escola, o "mês das crianças" e o consumismo infantil

Este ano não deu pra fazer um texto específico pra campanha sobre o Dia das Crianças do movimento Infância Livre de Consumismo. Então anexo aí abaixo a cartinha que fiz e enviei pra escola da minha filha na semana passada - uma forma de fazer o meu trabalho de formiguinha, buscando chamar pra refletir e agir quem participa diretamente do cotidiano da família!

OBS: a série de imagens acima (que ficaram lindas!) são da campanha do movimento ILC, passa lá pra se informar mais!

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Desvirando um bebê pélvico: um relato

 

(Este relato é dedicado a todas as mães que estão passando pelo que passei ao constatar que o bebê estava "sentado" na barriga... Que nosso relato possa animá-las e inspirá-las de alguma forma, e que se sintam fortalecidas ao final deste processo como pude me sentir!)

Quando chegamos à 36a semana de gestação, confirmamos que o Rudá estava na posição pélvica, ou seja, com a cabecinha pra cima.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Adeus, vó-bisa Nélia!


Nossa querida vó e bisa Nélia descansou ontem, faltando dois meses pra completar 95 anos.

Vó-bisa, todo nosso carinho e gratidão,

sua neta Gab, seu neto de coração Angel, e seus bisnetinhos Inaê e Rudá  


Viva vó-bisa Nélia!
(1918, Belém do Pará - 2013, Porto Alegre)


Fotos da nossa última viagem a POA e do natal em Brasília - dezembro 2012:

... tomando sorvete juntas (paixão compartilhada entre bisa e bisneta!)...

... Inaê com os bichinhos presenteados pela bisa e tio Ric...

... tocando piano (pois era exímia pianista)...

... entre outros momentos de partilha que sempre guardaremos na lembrança e nos nossos corações!


 









quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Nascer em casa: a opção pelo respeito e pelo amor

(Trechos extraídos do livro A maternidade e o encontro com a própria sombra, de Laura Gútman)


O PARTO COMO DESESTRUTURAÇÃO ESPIRITUAL

"Para que o parto aconteça, é necessário que o corpo físico da mãe se abra para deixar passar o corpo do bebê, permitindo certo rompimento. Quando elevamos nosso pensamento, podemos perceber outro rompimento que também se realiza, agora em um plano mais sutil, e corresponde à nossa estrutura emocional.


Há um "algo" que se quebra ou se desestrutura para possibilitar a transição do "ser apenas um para ser dois".



sexta-feira, 13 de setembro de 2013

à espera de rudá

Despedindo da barriga
(25 de agosto de 2013 - fotos feitas por Paulinha Simas, à beira do Lago Paranoá)
 

Despedindo do trabalho
(23 de agosto de 2013, oficialmente último dia antes da licença)









 


  






Despedindo da vida de filha (e neta) única
(23 de julho de 2013, Parque Águas Correntes / Cachoeira Saia Velha)
 



 







 

 




















 
 



















(28 de julho de 2013 - Sushi no aniversário do pai)
 
 


(17 de agosto de 2013 - Festa dos pais na escolinha)


 

sábado, 6 de julho de 2013

Relato de desmame aos 3 anos: nossa experiência de processo natural (com ajudinha)


Ainda no fim de 2012, tentei começar a escrever sobre nosso processo de desmame gradual, então em curso, mas não consegui. Só hoje entendo que foi porque não dava pra falar de algo que ainda não estava então totalmente concluído e que portanto mobilizava sentimentos contraditórios dentro de mim: de um lado, a vontade de não apressar processos que não estivessem prontos; de outro, a preocupação de não criar obstáculos e empecilhos pro avanço natural rumo às novas fases que sempre vêm...



Como sabem os leitores deste blog, quando Inaê era ainda um bebezinho, meu medo era provocar seu desmame abrupto ou precoce (ou pior: ambas as coisas juntas). Mas depois, já entrada na sua fase de conquista da autonomia, passei de outro lado a me preocupar em não deixar a amamentação se estender a perder de vista, atrapalhando o fechamento de um ciclo e o início de outros.

Pra nós, o jeito de equilibrar foi tentar ao máximo respeitar que a amamentação fosse finalizando da forma mais lenta e gradual possível.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

No assentamento Terra Vista

OBS: este texto foi escrito no comecinho de dezembro, mas com os corres da vida só agora consigo publicá-lo... acabei mantendo o que tinha escrito originalmente, senão não publico nunca, e deixo outras atualizações pra postagens futuras.

Há um mês estamos vivendo no assentamento Terra Vista, no município de Arataca, sul da Bahia, tendo o privilégio de participar não só do que considero a melhor experiência dessa viagem até aqui, mas uma das mais importantes da minha vida. E essa etapa nem estava prevista, tendo se desenhado no caminho justamente a partir dos vários contatos que fomos tecendo nessa teia tão maravilhosa que faz tanto valer nossa jornada.

A oportunidade surgiu a partir do convite pra virmos colaborar na Jornada de Agroecologia que acaba de acontecer aqui - e foi um capítulo tão, mas tão emocionante, que talvez nem dê pra contar ainda.
Como o Angel veio pra cá com a proposta de estruturar uma equipe de comunicação colaborativa, contando com gente daqui mesmo, viemos antes, no comecinho de novembro.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

receitinhas de inaê: feijão

Arroz com feijão (ou outros grãos) é a base principal da alimentação da Inaê no dia-a-dia.

- Inaê, vamos fazer feijão, qual você vai querer hoje? Marrom ou preto?

- ... Os DOIS!


hehe... e não é que ficou bom?

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

dia das crianças: compartilhe brincadeiras!

A Inaê tem 2 anos e 7 meses, e ainda não está exposta à data comercial de “dia das crianças”. Na verdade, ela sequer sabe que existe um “dia das crianças”, inventado pra vender (ainda mais) brinquedos. Pra ela, todo dia é dia das crianças, é dia de ser criança. E ninguém precisa de ganhar brinquedo novo pra isso!

É claro que ela tem seus brinquedos, alguns muito queridos, e que ela do alto de sua fase egocêntrica vai “proteger” possessivamente em certas situações, diante de certas crianças: “é meu!”. Não porque seja egoísta, óbvio, mas porque na sua idade ainda se considera o próprio centro de seu mundo.

Tem até brinquedos de mais valor afetivo, como a boneca Ana Luísa que foi da mamãe (e agora a vovó acaba de levar de volta pra Brasília pra consertar no hospital dos brinquedos, pra que ela dure mais um tantão), ou a sua indefectível gatinha de pano, “herdada” da amiga Toy depois que ela se apegou de um jeito nunca visto antes, e que atualmente ela leva pra cima e pra baixo (mas sem chamar de Hello Kitty, pois ela nem sabe que é uma marca, e pra ela é simplesmente “minha filha” ou “minha gatinha” e mais recentemente, passou a ser Clarice, ou melhor: Calice).

Mas o mais importante pra ela – como pra qualquer criança – é mesmo o brincar. Ou seja, mais a situação (e a companhia) do que os objetos em si.

E, como por ora fizemos essa opção de acompanhar de modo integral sua criação, talvez seja mais fácil observar de perto o papel destes brincares no seu cotidiano de ser criança.

Aí vão alguns exemplos caseiros pra refletir e compartilhar:

* Criança não precisa possuir o brinquedo novo pra se divertir com ele: claro que criança gosta de novidade, ué! Mas isso não significa que ela precisa ganhar todo novo brinquedo que desperte seu interesse, não é? Muita gente confunde isso e quer comprar tudo que parece ter acabado de interessar a criança. Algumas crianças, dependendo do histórico de carência afetiva, percebem isso e ficam pedindo tudo que veem, e aí qualquer ida ao supermercado vira um pesadelo. E depois, no caso de quem pode comprar, fica aquele monte de bugiganga que a criança nem dá valor.
A Inaê anda comigo pra cima e pra baixo (até porque não tem como ser diferente), e a gente entra nos lugares, inclusive loja de brinquedo, e se for o caso, ela vê, até pega, mata a curiosidade, e no fim vai embora sem levar, e tudo certo!

Mas tem umas ideias que eu acho geniais, por ex. brinquedotecas e bibliotecas públicas, em que dá pra curtir brinquedos, livrinhos e brincadeiras, frequentemente pedagógicos e/ou artesanais, e muitas outras crianças também poderão curtir isso. Não é demais?
Na falta de (muitos) mais espaços coletivos e públicos assim, dá pra improvisar, e eu já frequentei muita seção infantil de livraria pra gente se divertir por horas sem precisar consumir.

Outra ideia bacana são feiras de trocas de brinquedo, como as promovidas em várias cidades do Brasil no último 6 de outubro por voluntários, a partir de um convite lançado pelo Instituto Alana e apoiado pelo movimento Infância Livre de Consumismo (e se a gente estivesse em Brasília teria ido aí ao Jardim Botânico com certeza!).

* Imaginação vale mais que brinquedos prontos: essa parece meio lugar-comum, mas até quem tenta estar atento a isso às vezes se surpreende com o poder da criatividade infantil. Sabemos que criança não precisa de boneca que fala sozinha, nem de carrinho que anda por controle remoto. Por aqui a gente não tem nada disso, mas a Inaê tem suas bonequinhas, panelinhas etc. e é engraçado demais de vê-la inventando mil diálogos com suas bonequinhas, inclusive fazendo as diferentes vozes.

Mas o que a gente pode perceber nas atuais experiências muito ao ar livre e com maior liberdade pro brincar é que a viagem infantil vai muito além, e praticamente tudo vira brinquedo: qualquer graveto vira bonequinho, sementinha vira comidinha, coquinho vira panelinha, e assim vai. Pra não falar de todos os bichinhos que a fascinam, como formiguinhas, besouros, pássaros, peixinhos.
Aqui tenho me esforçado pra respeitar mais essa liberdade, inclusive pra sair um pouco do plástico made in china que acaba sendo meio onipresente mesmo quando a gente quer fugir dele e deseja partir pra matérias mais naturais, como madeira ou pano. Então, por ex. a Inaê até tem baldinho, pázinha etc. de ir à praia, mas tem sido fascinante ver como se diverte com coquinhos, frutas, conchinhas, pauzinhos, por isso se ela não pede eu agora nem tiro o baldinho da mochila.

Fazer os próprios brinquedos, usando sucata, tinta, cartolina etc., também é outra forma de exercitar essa imaginação, cada um dentro das suas possibilidades de trabalho manual, mas as possibilidades são infinitas. Eu por ex. sou mais da parte de desenhar e pintar, então vez por outra me aventuro por aqui, e até casinha já tentei fazer, com a ajuda dela!
 
* Vivências cotidianas podem virar brincares: criança vive num mundo lúdico, em que tudo pode se tornar brincadeira, até situações típicas do dia-a-dia que a rigor não o seriam. Criança não trabalha, mas como eu já falei aqui, criança pode ser envolvida de forma lúdica em tarefas ou situações que os adultos tenham que fazer naquele determinado momento. Além de ser um maravilhoso exercício do faz-de-conta, também é uma forma de envolvê-la no que os pais estão fazendo e aqui volta pra questão da presença dos pais que o movimento Infância Livre de Consumismo tão bem pautou neste texto. Criança brinca sozinha numa boa, mas muitas vezes ela quer a presença familiar pra brincar. Então, dá pra envolvê-la na feitura de um pão ou um bolo, ou na lavagem de roupa, ou qualquer outra tarefa da casa (como abrir côco ou mexer com a enxada, como os espertíssimos João e Tomás), obviamente adaptando de acordo com o contexto familiar, a faixa etária, e os próprios gostos da criança. A Inaê adora, e frequentemente depois a gente a vê reproduzindo a situação nas suas brincadeiras e historinhas.

Ou então, dá pra transformar em grande brincadeira alguma obrigação do cotidiano, algo que a criança inicialmente não estaria muito a fim, como por ex. aqui em casa escovar os dentes, mas aí com grande habilidade (paterna) ela acaba se divertindo e rindo um monte!

Só que às vezes a gente está com pressa de acabar algo, ou não está com tanta criatividade ou paciência assim (e todo mundo tem seus dias nublados, assim como eu tenho). Porém, o esforço vale a pena. Porque a escolha é nossa: pode-se insistir em acabar o que quer fazer e no fim acabar até gerando uma situação estressante pra todos. Ou pode-se tentar envolver a(s) criança(s), e, se não der certo, parar um pouco e dar a atenção que ela está pedindo, brincando do que ela realmente está a fim de brincar, e logo ela segue brincando sozinha ou de outra coisa, e aí sim você consegue acabar o que ia fazer com todo mundo numa boa tendo só atrasado um pouco, em vez de interromper tudo de vez!

E que a gente possa seguir compartilhando brincares com criatividade e envolvimento da família, amanhã e sempre, porque todo dia é dia de ser criança (até pra quem já cresceu).

(Esta postagem foi inspirada pela blogagem coletiva proposta pelo movimento Infância Livre de Consumismo. Você também pode participar e se informar mais aqui.)

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