
Após pouco mais de 1 mês em
Arraial d'Ajuda construindo uma relação ainda incipiente com os pataxós da Aldeia Velha em torno de questões tecno-político-culturais (e no caminho tentar despertar a adormecida Bailux), partimos em direção à segunda etapa da viagem, junto ao pessoal de um projeto muitíssimo mais estruturado, o da Oca Digital.
Aqui chegamos no dia 8 de julho.

Olivença, território dos
tupinambás.

Olivença, distrito de Ilhéus, a "
terra da Gabriela" (sim, aquela, do cravo e da canela...)
Olivença, sede do projeto da
Oca Digital, realizado pela ONG Thydêwá, a mesma do projeto dos
Índios OnLine.
A Inaê tem mais amiguinhos que encontra quase todo dia, como a Toyane (outra curumim galega, filha do Sebastian - coordenador da Thydêwá - e de Maria Pankararu), o Jaguaiaron ou o Kauan.
A gente vem muito na Oca, e quase todo dia almoça o delicioso feijão da Fátima, mas também aproveita pra vivenciar um pouco por aí.

Aqui o mar é mais agitado (nada que assuste uma destemida "
rainha do mar", como agora ela deu pra se apresentar, já passando direto pro significado do nome), mas também tem suas belezas e surpresas, assim como os rios.

E ainda, as águas ferruginosas de
Torobomba, piscinas de água natural, como as da saudosa Água Mineral de Brasília.

Na nova casa, a Inaê tem seu próprio quarto, e agora até seu próprio computador, pra ver seus filminhos preferidos, inclusive o inescapável Pinóquio, que ela assiste ao menos uma vez todo dia... e por isso mesmo não podia ter deixado de ir à peça do famoso bonequinho de madeira no Teatro Municipal de Ilhéus!
OBS: Abaixo, mais um mosaico desordenado dessas vivências de Olivença. Ainda tô tentando achar uma alternativa pra compartilhar fotos sem ficar pesado no blog, mas por enquanto as opções disponíveis tipo Flickr e Picasa não têm as funcionalidades necessárias. Se alguém tiver alguma ideia genial, pode dar uma luz por aqui.
Prometo também tentar descrever um pouco mais como tem sido a vida da família nesguinha. Poderia dar um monte de justificativas de porque não tenho conseguido blogar tanto por aqui, do acesso à internet ao tempo dedicado integralmente à maternagem. Mas a verdadeira razão nessa minha vida pós-defesa do doutorado é essa aqui.... hehe!

























































