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quinta-feira, 15 de maio de 2014

Na estrada de novo (2): revisitando Olivença

Comecei a escrever este relato logo depois do anterior, mas não publicava nunca!

Pois, depois da viagem, voltei a trabalhar, e aí foi (e vem sendo) toda uma reorganização do tempo e das rotinas...



Tanta coisa mais foi acontecendo e eu querendo fazer outros relatos...

Mas já estamos no meio de maio, então publico este assim mesmo, e vou tentando soltar outras atualizações da vida nesguinha com mais frequencia do que nestes últimos 2 meses!

E como se não bastasse as aventuras de viajar 2 dias de carro até o Terra Vista, ainda encaramos (eu e as crianças, só nós!) um bate e volta até Olivença, senão a Inaê não se conformaria caso não visse a querida amiga Toyane...

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

olá, olivença!

Após pouco mais de 1 mês em Arraial d'Ajuda construindo uma relação ainda incipiente com os pataxós da Aldeia Velha em torno de questões tecno-político-culturais (e no caminho tentar despertar a adormecida Bailux), partimos em direção à segunda etapa da viagem, junto ao pessoal de um projeto muitíssimo mais estruturado, o da Oca Digital.

Aqui chegamos no dia 8 de julho.
 
Olivença, território dos tupinambás.


Olivença, distrito de Ilhéus, a "terra da Gabriela" (sim, aquela, do cravo e da canela...)


Olivença, sede do projeto da Oca Digital, realizado pela ONG Thydêwá, a mesma do projeto dos Índios OnLine.
 
A Inaê tem mais amiguinhos que encontra quase todo dia, como a Toyane (outra curumim galega, filha do Sebastian - coordenador da Thydêwá - e de Maria Pankararu), o Jaguaiaron ou o Kauan.


A gente vem muito na Oca, e quase todo dia almoça o delicioso feijão da Fátima, mas também aproveita pra vivenciar um pouco por aí.

Aqui o mar é mais agitado  (nada que assuste uma destemida "rainha do mar", como agora ela deu pra se apresentar, já passando direto pro significado do nome), mas também tem suas belezas e surpresas, assim como os rios.

E ainda, as águas ferruginosas de Torobomba, piscinas de água natural, como as da saudosa Água Mineral de Brasília.
 
 Na nova casa, a Inaê tem seu próprio quarto, e agora até seu próprio computador, pra ver seus filminhos preferidos, inclusive o inescapável Pinóquio, que ela assiste ao menos uma vez todo dia... e por isso mesmo não podia ter deixado de ir à peça do famoso bonequinho de madeira no Teatro Municipal de Ilhéus!

OBS: Abaixo, mais um mosaico desordenado dessas vivências de Olivença. Ainda tô tentando achar uma alternativa pra compartilhar fotos sem ficar pesado no blog, mas por enquanto as opções disponíveis tipo Flickr e Picasa não têm as funcionalidades necessárias. Se alguém tiver alguma ideia genial, pode dar uma luz por aqui.

Prometo também tentar descrever um pouco mais como tem sido a vida da família nesguinha. Poderia dar um monte de justificativas de porque não tenho conseguido blogar tanto por aqui, do acesso à internet ao tempo dedicado integralmente à maternagem. Mas a verdadeira razão nessa minha vida pós-defesa do doutorado é essa aqui.... hehe!

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