Páginas

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Desvirando um bebê pélvico: um relato

 

(Este relato é dedicado a todas as mães que estão passando pelo que passei ao constatar que o bebê estava "sentado" na barriga... Que nosso relato possa animá-las e inspirá-las de alguma forma, e que se sintam fortalecidas ao final deste processo como pude me sentir!)

Quando chegamos à 36a semana de gestação, confirmamos que o Rudá estava na posição pélvica, ou seja, com a cabecinha pra cima.



O MEDO DO TAL "BEBÊ SENTADO"

Mas afinal, por que a posição pélvica do bebê é tão bicho de 7 cabeças?

A grande maioria dos bebês (cerca de 96%) nasce sob a chamada apresentação cefálica. Eles viram de cabecinha pra baixo no final da gestação, ou até bem antes disso, e permanecem assim.

O verdadeiro problema dos 4% que "sentam" e não desviram é que cada vez menos se fazem partos pélvicos por via vaginal, então esta acaba sendo considerada uma situação de risco (por ex., para partos em casa).
O terrorismo maior é com as mães primíparas, ou seja, que irão parir pela primeira vez, devido à chamada "desproporção céfalo-pélvica". Traduzindo: como a mulher nunca pariu antes, não se sabe se ela terá passagem para a cabecinha de um bebê...

O DIAGNÓSTICO

No nosso caso, a situação foi constatada primeiro pela médica com quem fazia pré-natal no SUS e que, dado o paradigma médico hegemônico no Brasil, até que foi uma opção bacana de profissional. Ela sabia que eu teria o bebê em casa com a parteira tradicional, e em geral respeitava minhas opções.

Mas na consulta do 8o mês, ao apalpar a barriga e achar que a cabecinha estava pra cima, foi logo dizendo "você sabe que isso é indicação de cesárea, né?". Na hora respondi que não era bem assim, que existiam manobras e técnicas, e aí ela mesmo se emendou, e disse que já tinha feito parto normal pélvico na época que ainda fazia parto, recomendou que fizesse acupuntura, etc.
Eu sabia que, por já ter parido antes, estava confirmado que "a cabeça do bebê passava". Eu continuava muito tranquila sobre minhas escolhas, mas, por conta do temido bicho de 7 cabeças, a luzinha vermelha acendeu um pouquinho.

Consultada em seguida, nossa parteira também achou que podia ser pélvico.
E aí tive uma sorte incrível: justo naquela semana a respeitada parteira mexicana Naolí Vinaver estava em Brasília dando mais um módulo do seu curso para parteiras. Me propuseram que fosse ao curso, para que Naolí confirmasse a posição pélvica e me passasse orientações segundo a sabedoria das parteiras tradicionais.

Acabamos indo eu e mais 3 grávidas, pois os participantes do curso iriam neste módulo exercitar o acompanhamento dos bebês (e aproveitaríamos pra receber as famosas "ecografias-pinturas" da Naolí).
A acolhida no curso foi linda, embora tenha me sentido uma espécie de bicho raro diante dos aprendizes de parteira, que me tratavam de fato como uma oportunidade privilegiada de presenciarem uma situação "anormal"...

Porém, a Naolí... que criatura iluminada!
Não há como descrever a sensação de confiança e tranquilidade que ela é capaz de passar, mais do que com palavras, com sua simples presença.
A força e profundidade de seu olhar, a firmeza e doçura de suas mãos experientes, que já ajudaram tantos e tantos bebês a nascerem... Diante dela não me senti nada "anormal"... Pois sua confiança na capacidade dos bebês nascerem - ainda que sob diferentes formas (inclusive pélvico, já que é um bebê que também está na posição vertical) - é simplesmente contagiante!

Ela me passou os exercícios a serem feitos, porém sempre deixando claro que, se depois de todas as tentativas o bebê quisesse de fato continuar sentado, isso não nos impediria um parto natural em casa.

OS EXERCÍCIOS

A "maratona" proposta pela Naolí já é mais ou menos conhecida nos círculos que atuam com parto natural no Brasil, pois ela já teve oportunidade de repassar estas orientações em outros cursos, como mostram estas imagens aqui, encontradas por aí na blogosfera dedicada ao nascimento natural e humanizado.

A seguir, destaco os pontos principais da nossa experiência.

- O maior desafio, e talvez o mais fundamental, é seguir com o maior rigor possível a frequência e duração dos exercícios. Não adianta se enganar, porque de fato é puxado: a cada 2 horas, praticar um dos exercícios propostos durante 20 minutos. Daí passa 2 horas e faz outro, por mais 20 minutos. E assim por diante, pelos dias que forem necessários, até o bebê virar.
(No meu caso, pra ajudar, fiz até uma planilha pra não esquecer qual era o exercício da vez, e a hora exata em que devia começar).

- Dois são exercícios de invertidas, conforme demonstra a Naolí nestas fotos aí acima: uma na posição de bumbum pra cima (é importante que o peito esteja bem colado ao chão), a outra uma invertida sobre os ombros, apoiando num sofá, numa escada, ou onde se possa elevar bem o bumbum.

- No primeiro caso, incrementei a posição em casa com a ajuda do suporte da rede-berço do Rudá. Fiquei ainda mais invertida! A foto foi enviada pra Naolí, que aprovou a posição.

- No segundo caso, usei esta escada do quarto dos meninos como apoio, o que ajudou a ficar bem mais invertida também, com o bumbum lá pra cima, praticamente sustentada só nos ombros.

- O terceiro exercício é engatinhar. Parece simples, mas fazer isso por 20 minutos pela casa toda me fazia ficar ensopada ao final de cada sessão de engatinhamento!
É tão desgastante que a Naolí até recomendou usar joelheiras e luvas (pode ser luva de forno) pra proteger joelhos e mãos.

- Um elemento adicional é usar um pano ou rebozo pra balançar bem o bumbum após cada exercício (ou pelo menos algumas sessões), e assim ajudar a movimentar ainda mais o bebê - conforme a Naolí taí demonstrando comigo.
Você vai obviamente precisar de alguém pra fazer isso com você, reforçando ainda mais a importância de ter apoio neste processo, seja o companheiro, o profissional que te acompanha ou quem for.

- Um pouco antes de cada exercício, é preciso comer algo doce, por ex. uma colherada de mel, pra garantir que o bebê acorde. Do contrário, corre-se o risco de passar aqueles 20 minutos de sacrifício, e o bichinho nem ter se dado conta por estar ferrado no sono dentro da barriga...

- Com esse cronograma rígido de exercícios, já se vê que por alguns dias fica difícil fazer outra coisa, por ex., ir ao trabalho. A Naolí também deixou claro que alguém ia ter que cuidar da minha filha mais velha, pra eu poder me dedicar ao planejamento direitinho. Assim, é preciso priorizar a rotina das práticas (eu poderia escrever em outras palavras: é preciso priorizar o bebê, a relação com ele e com a chegada dele).
É claro que nem sempre vai dar pra cumprir as 2 horas de intervalo, às vezes pode passar um pouco... Mas é importante tentar cumprir ao máximo (pra se ter uma base: no dia em que fui mais rígida na rotina, consegui fazer 9 sessões de exercícios).

E ter sempre em mente que a dedicação e a disciplina serão - na maioria dos casos - devidamente recompensadas com a esperada virada!



OUTRAS TÉCNICAS

- Paralelamente, 2 vezes por dia fazia a aplicação de moxabustão (técnica de acupuntura "térmica", com um bastão de artemísia) na lateral do dedo mínimo dos pés, 15 minutos em cada lado - recurso muito indicado tradicionalmente nestes casos.
E, pra incrementar ainda mais, a Naolí recomendou uma homeopatia (Pulsatilla). Pelo que entendi, ambas as coisas ajudam a aumentar a movimentação do bebê no útero.

- A partir do terceiro dia, passei a usar também as compressas de quente-frio, criando dois pólos: uma compressa de gelo em cima, na altura da cabecinha do bebê; e uma compressa com bolsa de água quente no baixo ventre. A tendência do bebê é que a cabecinha busque o calor. Usava as compressas durante os 20 minutos de cada exercício, e até em outros horários, por ex. na hora de dormir.

- Além de tudo isso, confesso que recorri até à sugestão de aproximar uma luzinha de abajur na entrada da vagina, pois este seria um fator a mais pra ajudar a atrair a cabecinha do bebê pra baixo.
Bom, se este não desse certo, mal não fazia, né? E além disso, era algo que gostava de fazer nos momentos mais íntimos em que conversava muito com meu bebê, só eu e ele em profundo diálogo interior.


O que me leva ao ponto seguinte...

A DIMENSÃO EMOCIONAL

- Pra mim, este ponto é tão ou mais importante que os exercícios e técnicas físicas descritos acima. Pois nada está desconectado das razões emocionais.

- Por mais fragilizadas e inseguras que nos sintamos (e nos sentimos, é inevitável...), é importantíssimo acreditar em você e em seu bebê. Pra se fortalecer, é maravilhoso conversar muito com o bebê e entrar em profunda conexão com ele. Em nossas conversas, eu pedi muito ao meu pequeno Rudá que virasse, pois assim todos ficaríamos mais tranquilos pra sua chegada.

- Numa gestação que tinha transcorrido sem uma única intercorrência até então, estou convencida de que, para além de fatores fisiológicos (como o fato de que meu útero na segunda gestação tinha de fato mais espaço pro bebê se movimentar), esta foi uma forma do meu bebê chamar a atenção para o fato de que era hora de priorizar sua chegada. Pois, entre correrias de vida profissional, social, familiar e pessoal, o tempo livre que tinha procurava dedicar à sua irmã mais velha. Então foi como se o Rudá mostrasse que agora era preciso concentrar nele - e de fato nos concentramos!

- Outro fator citado pelas parteiras tradicionais para o bebê estar pélvico são os próprios descompassos entre o casal, o que também estava ocorrendo conosco, pelos desencontros nos ritmos de vida de cada um e pelos detalhes que assumiam mais importância que deviam nas eventuais discordâncias. Parar tudo - inclusive os respectivos trabalhos - pra priorizar a "virada" do bebê e dar/receber apoio físico e emocional foi também um momento de nos reaproximarmos e nos conectarmos no que é realmente essencial nessa vida.

POR QUANTO TEMPO INSISTIR?

- Comecei numa sexta de dia, e o bebê já estava desvirado na segunda à noite, ou seja, levei cerca de 4 dias.

- Segundo Naolí, em geral a "maratona" não deverá levar mais de 1 semana. Porém, se isso não tivesse acontecido, ela propunha que eu então relaxasse e esquecesse tudo e aceitasse que o bebê viria pélvico, e acreditasse que um parto de bebê pélvico poderia ser igualmente natural.

- Como ressaltei, o ritmo é puxado, pois os intervalos são relativamente curtos. Por isso, nem fui trabalhar na sexta. No sábado, o Angel saiu com a Inaê de manhã e de tarde, pra que eu pudesse me dedicar melhor. No domingo à noite ele viajou, então na segunda tive que cuidar sozinha da Inaê, levá-la e trazê-la da escola etc. Aproveitei estas saídas nos intervalos das práticas pra aparecer no trabalho, porém apenas pra resolver o que pude naquele intervalo e pegar serviço pra levar pra casa.
Já no fim daquele dia, comecei a me sentir insegura de continuar: e se o bebê tivesse virado e eu continuasse fazendo invertidas e ele desvirasse de volta?

- Não é incrível intuição de mãe? Pois bem tarde na noite de segunda, as maravilhosas parteiras que me acompanham vieram amorosamente me apoiar (pois estava realmente fragilizada, pelo preocupação toda gerada pela situação, pelo desgaste da rotina de exercícios, pela ausência física do meu companheiro etc.), e então constataram que estava finalmente cefálico - o que, pra ficar ainda mais confirmadinho, visualizamos em uma ecografia simples na manhã do dia seguinte!

O Rudá tinha finalmente virado de cabeça pra baixo - e assim permaneceu até nascer!
 
- OBS 1: vale destacar que em nenhum momento senti meu bebê dando "trambolhão", como me foi falado que sentiria. Pois ele foi virando aos poucos (ou talvez só tenha feito movimento mais forte enquanto eu dormia, não posso saber). Daí porque estava um pouco insegura se devia continuar os exercícios. Nesse sentido, não teve preço o acompanhamento muito próximo que recebi de nossas fadas-parteiras, pois foram monitorando quase diariamente a posição do bebê (assim como meu estado emocional).

- OBS 2: é preciso registrar que existem outras técnicas além das que citei aqui, inclusive a tal "versão cefálica externa", em que o bebê é reposicionado ainda dentro da barriga da mãe, com manobras e pressões feitas do lado de fora, geralmente em um hospital, muitas vezes com anestesia.
Eu nunca cheguei a falar sobre isso com minha equipe de parto, aliás nem tenho certeza se chegaria a ser uma opção pra mim...
Pois reforço de novo que, se nada do que fiz tivesse dado certo, eu paralelamente preparava a mente e o coração pra vivenciar um parto domiciliar de um bebê pélvico (pois medo mesmo eu tenho é de hospital!). Eu queria ter meu bebê naturalmente e em casa, então se nada do que fiz adiantasse, eu simplesmente aceitaria que o jeito escolhido por ele pra vir seria assim pélvico!

Porque às vezes, acontece do bebê querer continuar sentadinho, mesmo se tentando de tudo, e com toda a disciplina. Aliás, bebê pode virar até o último momento - até na hora do parto! Tudo é possível...

Então naqueles dias também li vários relatos bonitos de partos normais pélvicos, de preferência em casa (e uma das aprendizes de parteira que me acompanham havia até vivenciado um lindo domiciliar pélvico no início deste ano).

Mas aí no fim, depois daquilo tudo, ele virou, trazendo pra todos nós muitos aprendizados neste processo, e definitivamente fortalecendo meu vínculo com ele, com seu pai e sua irmã, com as parteiras e amigas que nos acompanham, empoderando a todos nós!


Gratidão, meu filhinho!
Gratidão, minha linda família!
Gratidão Naolí e estas nossas parteiras tão amadas!
Gratidão, sabedoria que vem da natureza e da tradição do partejar!

28 comentários:

  1. Que especial, Gab! Feliz pela sua experiência e pelo seu lindo compartilhar... Quando precisar vou com certeza compartilhar seu relato, esse rede de empoderamento é muito rica e amorosa! Gratidão! Felicidades pra família! Saudades!!!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Valeu Paulinha! Saudades de vc, mas vi sua filhota no sábado! ;)

      Excluir
  2. Gabi, que interessante! Passei pela mesma situação, meu Andrezinho virou também e nasceu de parto normal. Fiz apenas a moxabustão e engatinhei, ficava um pouco em posição invertida, mas, confesso, sem um pingo de disciplina. Confirmo a sua "intuição de mãe": teve um dia que não fiz nada, nem a moxa, com medo de ele ter virado, já, e realmente havia ficado cefálico! Fiquei super feliz por isso, e agora feliz também por ti! Beijo grande!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Nossa, Mari, e eu nem sabia que Andrezinho já tinha nascido! Muito feliz, duplamente por saber que deu tudo certo! Pois é, tem gente que vira só de usar a moxa, eu fiz logo o pacote todo pra garantir. No caso do quente-frio, dá pra continuar usando, mesmo se o bebê tiver virado, então foi a única coisa que continuei antes de confirmar que ele de fato estava cefálico! Beijão pra vcs!

      Excluir
  3. muito bonito e gostoso seu texto!!!! brigada por compartilhar dessa maneira!

    ResponderExcluir
  4. Oi Gabi, estou de 31 semanas e minha linda está sentadinha. Estou muito ansiosa!!! Com quantas semanas você praticou os exercícios?
    Beijos e obrigada

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi Milena, foi da 36a pra 37a semana de gestação. A Noelí não indica muito antes disso, pois o bebê ainda pode virar. Seria legal se vc tivesse apoio por aí de uma parteira ou doula, pra confirmar isso que tô falando, pois acho que com 31 semanas a bebê ainda tem chance de virar sozinha.
      Mas não pode passar muito de 37 também, pois aí eles vão ficando com pouco espaço pra desvirar.
      Espero que dê tudo certo! Um beijo e muita força e serenidade pra vcs!

      Excluir
    2. Oi Gabi, obrigada pela resposta! Fiz US essa semana e ela já está cefálica (35 semanas), estou muuuuito feliz!!! Obrigada

      Excluir
  5. Oi gabi eu to com 20semanas e meu bebe ta sentado to em pânico não consigo fazer nada nem comer so chorar e as vezes fico envertifa me diga como faço uma moxa levei bastante fe lindo deu compartilhamento

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Gabi, não faça nada! Tá cedo demais, menina! Tem muito, mas muito espaço ainda pro seu bebê fazer o que quiser! Como eu disse acima, a Naolí só passa estes exercícios lá pela 36 semanas, como no meu caso... Antes disso, não faz sentido, vc tá estressada à toa, por favor relaxe e se tranquilize que vai ser o melhor pra vc e pro bebê, viu! Aposto que ele encaixará direitinho sem vc fazer nada. Bj e volta aqui pra contar!

      Excluir
    2. Olá gabi! Como estou aliviada! Estou com 22 semanas e minha bebê só aparece sentada. Estou apavorada com a ideia de cesária. Já tenho 1 PN e não cogito cesária de forma alguma! Por isso vou fazer de tudo para minha princesa virar. Meu medo é a desonestidade de muitos médicos.

      Excluir
    3. Olá gabi! Como estou aliviada! Estou com 22 semanas e minha bebê só aparece sentada. Estou apavorada com a ideia de cesária. Já tenho 1 PN e não cogito cesária de forma alguma! Por isso vou fazer de tudo para minha princesa virar. Meu medo é a desonestidade de muitos médicos.

      Excluir
  6. Olá. Gostaria de ter mais contato com vc. Tb estou com meu bebê sentado e com 35 semanas. Aqui na minha cidade (Aracaju-SE) Não tem parteiras tradicionais... preciso de muita ajuda. Minha doula tb tá pesquisando pra me ajudar.
    desde já muitíssimo obrigada pela atenção!

    ResponderExcluir
  7. Gabi,
    Gostaria de indicação de acupunturista aqui em Brasília que faça essa técnica de acupuntura para o bebe virar!
    Adorei seu relato!!
    Obrigada!

    ResponderExcluir
  8. Nossa! Muito, muito, muito obrigada por este relato. Estou de 34 semanas e meu bebê ainda está sentado. Saí do médico ontem arrasada, pois, sou como você: banco um parto pelvico domiciliar mas, hospital não. Vou me dedicar um final de semana inteiro, vou me conectar mais com o meu bebê, vou deixar mais o trabalho e a vida social de lado e me dedicar única e exclusivamente à chegada do meu bem mais precioso. Quinta-feira que vem, dia 25, quando irei completar 35 semanas tenho um ultrassom, vamos ver como meu bebê irá se apresentar. Mais uma vez obrigada pelo seu relato, tão simples, tão objetivo, tão esclarecedor e por último mas não menos importante, tão animador! Amei! Abraços bem apertados.
    Renata

    ResponderExcluir
  9. Oi... agradeço seu relato, pois ainda tenho esperança de fazer meu bebê virar!
    Já estou de 37 semanas... fia as posições... e nada...
    Outro agravante é que ele sempre esteve sentado durante toda a gestação :( ...

    ResponderExcluir
  10. Ola, meu filho nasceu pélvico e teve displasia de quadril. Então decidi criar um blog para contar o que aconteceu e como lidamos com esse problema.
    blog: http://helpingatodos.blogspot.com.br/
    Talvez possa ajudar alguma pessoa.

    ResponderExcluir
  11. Oi Gabi estou com 37semanas meu bebé está sentado como faço pra ele vira estou muito ansiosa e um pouco de medo

    ResponderExcluir
  12. Oi Gabi estou com 37semanas meu bebé está sentado como faço pra ele vira estou muito ansiosa e um pouco de medo

    ResponderExcluir
  13. Obrigada por esse lindo relato.
    Estou com 34 semanas e 4 dias
    Comecei a moxabustão e vou passar amanha com a parteira para confirmar se devo iniciar os exercícios.
    Seu relato me tranquilizou muito.
    Obrigada

    ResponderExcluir
  14. Oi Gab!! Acabei de fazer um ultrasson e confirmar que minha pequena está sentada. Já estava fazendo uns exercícios, mas não com tanta disciplina como a "maratona" que vc relatou. Estou disposta a tentar, estou de 35 semanas e dois dias.vou fazer o que estiver ao meu alcance para tentar reverter a possibilidade da cesariana. No meu caso, não terei como fazer o parto pélvico, mas farei tdo para ajudar minha bebê virar. Obrigada pelo relato.

    ResponderExcluir
  15. Bom dia!
    Estou com 37+3dd, meu bebê está transversal..dorso pra direita....posso fazer todos esses exercícios do pélvico?

    ResponderExcluir
  16. Gratidão pelas palavras, eu realmente precisava delas. Um forte abraço, cheio de carinho!

    ResponderExcluir
  17. Oi pelo amor meu ajuda,eu estou de 35 semanas e minha bb esta sentada,minha Cesária esta marcada pro dia 02/03/2018, não quero cesariana quero parto normal me ajudem oque eu faço

    ResponderExcluir
  18. Oi Gab, meu nome é Ana, estou de 36 semanas e 2 dias e meu bebê está pélvico...poderia me ajudar passando a rotina dos exercícios que você fez no final de semana em que seu bebê virou?
    Estou praticando alguns exercícios que andei lendo e vou fazer acupuntura na semana que vem...espero conseguir meu parto normal com meu bebê cefálico. OBRIGADA

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi Ana, foram estes exercícios que a Naoli passou e descrevi acima... faz uma das invertidas por 20 minutos, passa 2 horas engatinha 20 minutos, passa mais 2 horas faz a outra invertida por 20 minutos, e assim até desvirar. É puxado, mas no meu caso deu certo. Tenha confiança e foco na relação com seu bebê. Torcendo aqui pra dar certo pra vc tb, força!!! <3

      Excluir
    2. Muito obrigada pela resposta..tentei durante alguns dias, mas o bebê não virou. Marcamos a cesária dia 11/10/18, mas Deus sabe o qto fiz pra que fosse PN..mas ele achou melhor q não fosse.

      Excluir
  19. Oi Gab obrigado por essa publicação, estou de 36 semanas e meu príncipe está pélvico ainda, vou começar os exercícios hoje tenho uma ulta semana que vem Deus abençoe que ele vire, meu sonho é ter um parto normal e traser meu pequeno saudável ao mundo e poder cuidar dele desde o primeiro dia

    ResponderExcluir

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...